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São Marcos, Rio Grande do Sul, Brazil
Mas é como ter um Rolls Royce: se você não quiser ter que pagar o preço da manutenção, mude para um Passat.

1 de fev. de 2011

A pedidos! Aqui está.

VERGONHA É INVESTIR EM FUTILIDADES QUANDO O FUTURO ESTÁ NA EDUCAÇÃO.

Temos sonhos, ideais, metas. Caminhamos em busca de nossas realizações dia – a – dia. Buscamos mais ainda e com mais determinação um futuro digno e glorioso.

A caminhada desde cedo para o trabalho, a vontade de estudar cada vez mais e mais para ter uma formação melhor, deixa nossos pais, mestres, amigos e nós jovens, cada vez mais orgulhosos de nós mesmos.

Uma pena que o orgulho termina quando o reajuste das passagens para deslocamento sobe ano a ano, pensando mais ainda no bolso dos estudantes.

Além do preço que pagamos na mensalidade da universidade, esperávamos também a colaboração da prefeitura, para que cada vez que as passagens sofrerem reajuste, os nossos benefícios aumentarem também.

As promessas que um dia foram nos feitas, criaram em nós estudantes anseios de tornar nossos objetivos em realidade, para que além de nos tornar profissionais e cidadãos competentes, nos dar o direito de poder falar com orgulho do nosso município, que vem crescendo ano a ano, mas está esquecendo de dar prioridade para muita coisa importante.

Poder encher a boca para falar de São Marcos, como os 400 estudantes beneficiados de Gramado, que além dos grandes benefícios adquiridos em 2010, os planos para 2011 são de 100% de auxilio.

Poder ter orgulho de ouvir da prefeitura da nossa cidade as mesmas palavras que foram ditas pelo prefeito de Gramado. “NÃO SE CONSTRÓI UMA SOCIEDADE CIVIL MODERNA E DEMOCRÁTICA, QUE VALORIZE A FORMAÇÃO DA CIDADANIA, SEM PRIORIZAR A ELEVAÇÃO EDUCACIONAL.”

O fim de 2010 e o início de 2011 foi marcado por momentos desagradáveis, muitos deles relacionados a jovens da nossa população, vamos nos conscientizar e priorizar tudo o que ainda temos.

2011 começou também com mais um reajuste das passagens para R$: 5,60. Com o desconto que ganhamos da prefeitura, que é bom, mas não suficiente, os estudantes estão pagando 3,36. O que gera mensal um gasto em torno de 100 á 140 reais, quando o salário mínimo do brasileiro está cotado a 540,00.

Também não só criticando, agradecemos e elogiamos as empresas que se mobilizam e oferecem benefícios aos seus colaboradores, auxiliando nas despesas educacionais, mas também é outro projeto escasso em São Marcos.

Não sendo a primeira vez que resolvemos nos manifestar, esperamos que este não seja mais um, dos muitos “gritos”que foram calados.

ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DE SÃO MARCOS

Texto : Maria Eduarda Baldini Zafonatto

“Eu serei cada um dos girassóis do reino a ser feito”.

Caio Fernando Abreu

Abrace esta idéia, repasse para o maior número de estudantes que puder. Um grito sozinho quase não significa nada, mas uma multidão gritando, pode mudar muita coisa.

24 de ago. de 2010

Até quando?

Até quando vamos aceitar ficar com a ‘’bunda’’ quadrada de tanto permanecer sentados na cadeira da vida, deixando as coisas acontecerem e andarem por si próprias. Até quando vamos engolir calados que as coisas acontecem porque tem que acontecer e se conter de levantar a mão e gritar pra todos que essa história não passa de desculpa de gente preguiçosa e de quem não faz nada para ver mudanças. Até quando vamos ver nossa felicidade embarcar em um trem para longe e nos ver deixar ela ir sem mover uma palha por ter medo de se permitir. Até quando vamos abaixar a cabeça por qualquer não que nos enfiarem na cara, quantas vezes vamos ver nossos joelhos ralados de tanto cair no chão, por ter feito de novo o que era certo, mas sabendo que não era bom para nosso interior. Até quando vamos desistir de nossas tão sonhadas idealizações só porque achamos, ou porque alguém disse que era impossível. Quando vamos perceber que não é regra tudo aquilo que nos impõem. Quando vamos pisar com toda a nossa capacidade no medo que temos, erguendo a cabeça e enfrentando aqueles obstáculos que nos parecem inquebráveis, mas quando olhamos de outro ângulo vemos o tamanho da nossa capacidade.

Podemos sim mudar o que já foi feito, basta começar por nós mesmos. Vale querer mudar o mundo, a cidade, o vizinho ou até o nosso próprio jeito de ver as coisas, mas é de baixo que se levanta, é das pequenas que se constroem as grandes. É por nós e por aqueles que estão vindo que devemos optar por fazer diferente, por ser diferente.

Trocando o nome ‘’sonho’’ por ‘’concreto’’.

“Antes de querer mudar o mundo, mude-se’’.

19 de ago. de 2010

Recarregue suas pilhas.

Hoje depois de mais um dia de escritório me deparei com a senhora vizinha que ‘’sem querer’’ sabia da minha rotina e antes de dar boa tarde me enfio goela abaixo uma pergunta: ‘Se não cansa não mocinha?’. Dois segundos depois me veio uma de minhas músicas preferidas na cabeça e cantarolei: “Quem tem um sonho não cansa meu amor! ’’ Ela sorriu e eu subi o lance de escada que me levava até minha casa.

Sem mais nem menos aquela pergunta de curiosidade cambaleou na minha cabeça e me fez pensar no que realmente devia ter respondido. Depois de minutos matutando cheguei a conclusão que sabia por que não cansava.

Sabe aqueles sorrisos que a gente arranca das pessoas por falar besteira ou por simplesmente ser desastrada? E aqueles que as próprias pessoas que dão risada conosco nos tiram gargalhadas por serem só como realmente são? Sabe aquela surpresa que nunca imaginava receber? Aquela caixa de bombom roubada da mãe mesmo depois de ter passado a idade de fazer isso? E aquele ganhado com um belo gesto de afeto? Sabe aquela recepção de um animal de estimação quando a gente chega em casa? Aquele telefonema? Aquela companhia? Aquelas pessoas que entram na vida e no coração da gente derrubando tudo? Aquela loucura? Aquele porre terrível? Aquela ressaca engraçada no dia seguinte? Aqueles programas de gordinha tensa com as amigas? As intermináveis ligações para falar da mesma coisa? As gargalhadas, os abraços, o cotidiano, a rotina que não é rotina? Aquele chefe que é a mais gente boa de todos? Os amigos, que NUNCA, (em letra maiúscula mesmo) deixaram a desejar. E aquelas lembranças? Aqueles apegos? Sabe lá aonde o calo que todo mundo tem dói, mas que mesmo assim ainda faz você rir? Sabe aquele passado que não é passado? Aquele futuro totalmente planejado errado? Ou aqueles programas de índio que saem melhor que o esperado? A comida que ficou ruim? A bagunça? As confusões? Os desastres? As indiretas e as diretas? Sabe aquilo que é simples de mais, só que te faz tanto feliz que da aquela vontade de manda todo mundo pra aquele lugar e gritar poooooooorrra como eu me sinto bem!

Pois é, tudo isso e mais muita, muita coisa que só a gente mesmo sabe recarregam um pouquinho por dia a nossa “bateria”.

Então ta ai a resposta porque eu não canso, ta ai a resposta porque você não deve cansar.

E lembre-se não é dormindo que se recarregam as pilhas, não mesmo!

PS: Desculpa blog, pela ausência, mas parei de planejar e fui viver!

11 de abr. de 2010

5 de abr. de 2010

que saudade desse teu eu tão incompleto.

Vasculhando nas memórias algum assunto, encontrei a carta que eu rabisquei na capa de um livro: “pra você”, era o destinatário. Não sei por que não mandei, talvez não quisesse passar a limpo o passado. Em letras garrafais eu te dizia: “acertei o caminho não porque segui as setas, mas porque desrespeitei todas as placas de aviso”. E achei curioso eu usar essa metáfora sem nem ao certo saber o que queria te dizer com isto. E depois de repousadas aquelas palavras eu percebi quanta coisa eu escrevi pra você, querendo dizer pra mim. Porque eu jamais chegaria aonde cheguei se só andasse em linha reta. Tive que voltar atrás, andar em círculos, perder dias, perder o rumo, perder a paciência e me exaurir em tentativas aparentemente inúteis pra encontrar um quase endereço, uma provável ponte: a entrada do encontro.Você tão ocupado com seus mapas, tão equipado com sua bússola, demorou tanto, fez sinais de fumaça e não veio. Você simplesmente não veio. Mas me ensinou a intuir caminhos certos, a confiar nos passos, a desconfiar dos atalhos. Porque eu estava do outro lado e só. Sem amparo. Mas caminhava. E você estava absolutamente equipado com seu peso. E impedido de andar por seus medos. ( Blog da Marla, com trechos da Elenita.)

anarquias

mesmos sentidos