.

Minha foto
São Marcos, Rio Grande do Sul, Brazil
Mas é como ter um Rolls Royce: se você não quiser ter que pagar o preço da manutenção, mude para um Passat.

26 de dez. de 2009

Ela se perdia mais ainda a cada passo, novas caras, novas pessoas, novos ideais ou os mesmos de certo tempo atrás. A semana acabaria e ela continuaria a se perder, dentro de si, dentro de deles, dentro de ti. O elo que ainda os unia já se desmanchara quando ela passou a olhar pra si e não pro lado ou para trás. Uma coisa ainda era certa e Valentina tinha certeza disso: o dia de amanha.

18 de dez. de 2009

“o calor do abraço deu lugar a os ponteiros do relógio da vida, que sempre acaba a nos governar".

Se tem ou não a reação que no fundo queria que tivesse, já não me importa. Importo-me com o que eu sei, com princípios verídicos ou não e com as razões que me governam, me importo com aquilo que acredito. Importo-me com aquilo que acho certo, mesmo confessando de longe que certo não és, nem uma vírgula.

Sei que também se importa, acredita, valoriza. Não reage, mas sente, sente tremor, sente falta, saudade, apego, sente-se perto até de mais.

Sinto-te perto, faz de conta que não, mas sempre acaba se entregando pelo olho, sempre foi assim, em todos os sentidos. E quando te vejo abandonando, abandonado, sei que voltará.

Se as coisas só existem porque acreditamos, então sinceramente eu prefiro acreditar.

“às vezes me sinto neutra, desacreditando nas coisas nos tornamos neutros.”

“vida desgastante, em menos de segundos tira tudo da gente menos o recomeço.”

“tantas vezes me perguntaram quem eu era, eu ria. Sempre acabava me encontrando naquilo que eu mesma escrevia, que nem se quer sabia de onde vinha.”

“sempre achei o sempre e o nunca um tanto limitados de mais, mas nós mesmos sempre acabamos esbarrando em nossas limitações mesmo nunca acreditando nisso.”

“gosto do barulho e da inquietação, mas o silêncio me eleva e sempre acabo aprendendo com ele.”

“a insônia me tira a calma, mas me da o prazer de fazer uma caneta azul e um papel branco fluir na minha mão.”

A gente nunca sabe que horas vem ou quando vai, temos previsões e somos completamente feitos de incertezas que um dia ou outro acabarão nos matando de tédio. (dudanatto)

anarquias

mesmos sentidos